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José Luis Cuerda

José Luis Cuerda ia ser advogado, mas acabou por largar os estudos no 3º ano e começou a trabalhar na Televisión Española como guionista e realizador de reportagens, documentários e programas culturais, primeiro, e como guionista e diretor de médias-metragens e longa-metragens de ficção, depois. Entre eles Total (Prémio Especial do Júri e Prémio da Crítica Internacional do Festival de Montecarlo e Mala Racha, (Prémio do Festival Internacional de Banff (Canadá).

A sua primeira longa-metragem para cinema foi Pares y Nones (1982), escrita e dirigida por ele.

Em 1987 dirige El bosque animado, uma adaptação do romance do mesmo título de Wenceslao Fernández Flórez, escrita por Rafael Azcana, reconhecida com cinco prémios Goya. O gran sucesso deste filme permitir-lhe-á realizar Amanece, que no es poco (1989), que, juntamente com a já referida Total e Así enel cielo como en la tierra (1995) constituem, até ao momento, a trilogia do humor absurdo.

Outros filmes escritos e/ou dirigidos por ele são La viuda del capitán Estrada (1991) La lengua de las mariposas (1999), Los girasoles ciegos, La educación de las hadas (2006), ou Todo es silencio ,mais uma adaptação das várias que ele já fez de textos de Manuel Rivas.

Importa ainda referir que Cuerda é o produtor de algum dos seus filmes e das três primeiras de Alejandro Amenábar. Tesis (1996). Abre los ojos y Los otros.